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História

          A idéia de se fundar uma Academia de Letras em Ouro Fino era a antiga aspiração do nosso saudoso Dr. Raul Apocalypse, que assim se expressou na Gazeta do dia 1° de junho de 1980: "A associação Sul Mineira de Educação e Cultura está patrocinando a criação da Academia de Letras a ser instalada."

 

          Porém, coube ao Dr. Plínio Paulini de Miranda, treze anos depois, fazer realizar essa grande aspiração daquele que foi um dos grandes intelectuais da nossa sociedade, procurando entrar em contato com a Faculdade de Filosofia, Prefeitura Municipal, Gazeta de Ouro Fino e outros intelectuais da cidade, entre eles o jornalista Maurício de Moraes e Antônio Fonseca Pimentel, podendo, assim, ser realizado aquele anseio do Dr. Raul.

 

          A Academia Ouro-Finense de Letras foi fundada no dia 1° de maio de 1993, patrocinada, então, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ouro Fino, Prefeitura Municipal e Gazeta de Ouro Fino. Os estatutos possuem 14 artigos e a entidade é sem fim lucrativo, de duração indeterminada, com sede e domicilio na cidade de Ouro Fino e tem como objetivo a cultura em geral e, em particular, a língua e literatura nacionais.

 

          A Academia compôe-se de 30 membros efetivos e perpétuos, residentes em Ouro Fino e de 13 membros honorário residentes fora do Município. A primeira diretoria foi eleita por aclamação, assim constituida: Presidente: Geraldo Galeno Megale Apocalypse, Secretário Geral: Plínio Paulini Miranda, Primeiro Secretário: Ilson João Mariano Silva, Segundo Secretário: Gustavo Celso de Melo, Primeiro Tesoureuro: Ivan Almeida, Segundo Tesoureiro: Simão Cara, Comissão de Contas: Lúcia Etienne Arreguy Clepf, Dalva Belizarda Favilla Barbosa e Marialice Carvalho Pitaguary e Bibliotecária: Maria José de Souza Gissoni.

 

          A Academia não é apenas de "ordem intelectual e, sim de ordem cordial, como um círculo de bons amigos." Nem todos são escritores e poetas, pois a Academia foi erigida com duas faces: uma voltada para as letras de conhecimentos da língua portuguesa, outra aberta às outras áres, como sejam: imprensa, história etc., porém todas com o mesmo objetivo, que é o da cultura geral.

 

Leyde Moraes Guimarães

© 2016 (Página beta) por Academia Ouro-Finense de Letras e Artes

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